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domingo, 24 de novembro de 2013

Palavra de honra !


"Palavra de honra, guardo a palavra no meu bolso
Na parede, no conforto de uma cama de rede
Palavra de honra!"

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Da Weasel: o fim !

Era música de outro nível. É com tristeza que vejo o anúncio do fim da banda!

Senta aí, sente a vibe, sente a batida
Não a desse som mas a da tua vida
Andas a viver com o cérebro dormente
Baza com o puto para um nível diferente
Ready, set, go - Sente o flow
Vivo como um show
Nada de bilhete, convite, cartão
Apenas boa onda vinda do coração
Lição nº 1 do manual:
Procurar a virtude no simples e natural
Com o puto Pac fat como um Big Mac
A Doninha assegura não é Loser como o Beck
senta aí, sente a vibe, sente a energia, brilha como o sol, sente a empatia
de interplanetária passa a domiciliária
quando a concentro toda só na minha área

Let's go ! Ready, Set, Go !
Sente o puro flow, Ready, Set, Go !

Uma noite com amigos, cartada na esplanada
Um som bem curtido e uma cerveja bem gelada
Com a garota de Ipinema vejo um movie no cinema
Converso qualquer tema sem problema
As coisas simples são sem dúvida o melhor da nossa vida
Mas complicamos tanto que ela fica sem saída
É mesmo assim, puto, comunico, agora escuto
É aquela base, puto - dá-me um beat que eu chuto :
Emoções puras, coisas simples, boas vibrações
Simpifica os sentimentos, momentos e relações
Vamos celebrar a vida, não nos faltam razões
Não existem problemas, só existem soluções

Let's go ! Ready, Set, Go !
Sente o puro flow, Ready, Set, Go !

Life's a bitch and then you die, that's why you get high
Nada disso, nessa o puto já não cai
Life´s a high but you get down a lot,
Desaperta o garrote, dá a volta a esse mote
Fui ao Céu, falei com Deus, perguntou-me :« Tá-se bem ?
Vai com calma, tudo o que quiseres, o teu mundo tem
Contempla, compreende e evolui
Liga-te á terra e vais ver como ela flui »

Let's go ! Ready, Set, Go !
Sente o puro flow, Ready, Set, Go !

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Encostei-me para trás na cadeira do convés !

 

Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos,
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício.
A minha vida passada misturou-se com a futura,
E houve no meio um ruído do salão de fumo,
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez.

Ah, balouçado
Na sensação das ondas,
Ah, embalado
Na ideia tão confortável de hoje ainda não ser amanhã,
De pelo menos neste momento não ter responsabilidades nenhumas,
De não ter personalidade propriamente, mas sentir-me ali,
Em cima da cadeira como um livro que a sueca ali deixasse.

Ah, afundado
Num torpor da imaginação, sem dúvida um pouco sono,
Irrequieto tão sossegadamente,
Tão análogo de repente à criança que fui outrora
Quando brincava na quinta e não sabia álgebra,
Nem as outras álgebras com x e y's de sentimento.

Ah, todo eu anseio
Por esse momento sem importância nenhuma
Na minha vida,
Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos —
Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma,
Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem inteligência para o
Compreender
E havia luar e mar e a solidão, ó Álvaro.